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Refrigerantes

Testei Be Pop limão, um refrigerante natural

Refrigerante Be Pop de limão

A cervejaria artesanal Blondine lançou em setembro de 2016 sua linha de refrigerantes com ingredientes naturais, a Be Pop.

Com a proposta de baixo teor de açúcar e calorias que chegam a ser 1/3 do que leva um refrigerante convencional, os refrigerantes são formulados a partir da polpa de fruta, previamente estabilizada microbiologicamente. Comparado com os refrigerantes tradicionais é mais natural, possui baixo sódio (que em alguns sabores é 0) e metade das calorias.

Foram apresentados 5 sabores: guaraná, dois limões, laranja, tônica com pepino e pink lemonade (framboesa com limão).

Refrigerantes Be Pop sabores
(Imagem/Reprodução) sabores de refrigerantes presentes na linha Be Pop

Confira também: Experimentei, e aí? Itubaína de Groselha!

Meu primeiro contato com o refrigerante foi esse ano, andando pelo Hirota Food, um minimercado que tem seleções gastronômicas especiais.

O que mais me chamou atenção foi a embalagem, garrafa de vidro retrô, muito parecida com Itubaína, que é meu refrigerante favorito, apesar de eu quase não consumir esse tipo de bebida.

Mas claro que o rótulo do Be Pop já chama atenção de cara, por ressaltar as propriedades e toque artesanal. Então, comprei o de limão (2 limões).

Aproveitei um dia que tava de boa em casa e deu vontade de uma bebida geladinha. Quando abri a embalagem já fez o barulhinho de ‘gás’, ponto super positivo.

O sabor me agradou MUITO, porque ele é bem azedinho, e eu costumo gostar de produtos assim.

Não me senti estufada depois de tomar, e achei que cumpriu muito bem a proposta.

É uma boa opção pra substituir outros refrigerantes de limão, por exemplo, se você estiver na tentativa de consumir menos esses produtos.

Em garrafas de 355ml, o preço sugerido do Be Pop é de R$ 7,90 a R$ 8,90, variando de acordo com o sabor.

E aí, curtiu?

Escrito Por

Como boa mineira que sou, gosto de uma prosa, de doce de leite, queijo, pão de queijo e de falar várias palavras no diminutivo. Mas vivendo em São Paulo, também aderi ao "meu", à pressa da cidade grande, às idas infinitas aos shoppings e à pizza de sexta-feira à noite.

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